A polilaminina é uma forma polimerizada da proteína laminina, desenvolvida por pesquisadores da UFRJ, liderados por Tatiana Sampaio, para regenerar neurônios em lesões na medula espinhal. Agindo como uma "cola biológica", ela estimula a reconexão nervosa, mostrando resultados promissores na recuperação de movimentos em pacientes paraplégicos e tetraplégicos.
Pontos-chave sobre a Polilaminina:
Função: Funciona como um "andaime" ou trilha que orienta neurônios rompidos a se reconectarem e restabelecerem a comunicação entre cérebro e músculos.
Origem: Criada a partir de proteínas da placenta humana, é uma tecnologia brasileira desenvolvida ao longo de quase 30 anos.
Status Atual: Está em fases iniciais de testes clínicos (Fase 1) aprovados pela ANVISA.
Resultados: Relatos experimentais mostram melhora significativa em pacientes com lesões medulares recentes.
Limitações: Não é um tratamento aprovado para uso geral e exige validação científica rigorosa para confirmar eficácia em larga escala. +8
A pesquisa representa um avanço importante na medicina regenerativa, trazendo esperança para o tratamento de paralisias.
ASSISTA O VIDEO COMPLETO EM:
https://youtu.be/tbzLIznTOKE?si=SY20bHz53_5gkGOfassista aqui
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