Pular para o conteúdo principal

Conheça a civilização Persa.

Categoria: CURIOSIDADES 

A CIVILIZAÇÃO PERSA-


Esta civilização estabeleceu-se no território por volta de 550 a.C.. Através de Ciro, que era um príncipe persa, realizou a dominação do Reino da região Média e, assim, deu início à formação de um bem-sucedido reinado que durou cerca de vinte e cinco anos.
Por muito tempo os persas habitaram a região atual do Irã e compartilharam com os povos médios sua cultura e sua língua. A maioria deles veio da região da Ásia Central e da Rússia, com o objetivo de achar terra fértil para o desenvolvimento da agricultura e do pastoreio

Localizados entre o Golfo Pérsico e o Mar Cáspio, os persas estabeleceram uma das civilizações da antiguidade mais significativas do território que hoje corresponde ao Irã. Por volta de 550 aC, um príncipe chamado Ciro assumiu o governo do Reino da Média e, assim, iniciou a formação de um próspero reinado que durou cerca de vinte e cinco anos. Naquela época, esse imperador habilidoso também conquistou o reino de Lídia, Fenícia, Síria, Palestina, regiões gregas da Ásia Menor e Babilônia. 

Por muito tempo os persas habitaram a atual região do Irã e compartilharam com os povos médios sua cultura e sua língua. A maioria deles veio da região da Ásia Central e da Rússia, com o objetivo de achar terra fértil para o desenvolvimento da agricultura e do pastoreio.

Todavia, a partir do século VIII a.C., os médios começaram a cobrar altos impostos dos persas, já que contavam com uma forte estrutura política e um grande contingente de homens no exército.

No ano de 558 a.C., Ciro, o Grande organizou um #movimento de #resistência contra os médios e decidiu dominar toda a Mesopotâmia. Apesar de sua ambição expansionista, Ciro respeitava a cultura dos seus inimigos e não impunha nenhuma restrição à língua ou costumes dos vencidos.

Ciro conquistou toda a região do Egito e da Grécia, dominando também os semitas e hititas que habitavam a região da Mesopotâmia central. O Império Persa, como ficou conhecido o domínio iniciado por Ciro, abrangia toda a Ásia Menor e parte do Oriente Médio.

Após a morte do imperador Ciro, Cambisés e Dário I continuaram expandindo o domínio persa e dividiram o território em 20 províncias, que eram denominadas de #Satrapias. Com um rígido controle da população dominada, os imperadores nomearam funcionários chamados de “Olhos e Ouvidos do Rei”, com o objetivo de #vigiar e #punir os dissidentes.
O processo de expansão inaugurado por Ciro foi restaurado pela ação do imperador Dario, que dominava as planícies do Indo e a Trácia. Nessa época, dadas as grandes proporções assumidas pelo território persa, esse mesmo imperador tornou possível a ordenação de uma #reforma #administrativa genial. Pelas mãos de Dario, os domínios persas foram divididos em satrapias, subdivisões do território a serem controladas por um satrap. 
O satrap teve a importante tarefa de organizar a arrecadação de impostos e foi assistido por um secretário geral e um comandante militar. Para resolver os constantes problemas decorrentes da cobrança de impostos, Darius estipulou a criação de uma #moeda #única
 (#dárico, moeda em ouro e prata, de peso estável, com a imagem do rei. ) e a construção de um conjunto eficiente de estradas. Por meio deles, um grupo de oficiais, conhecido como “olhos e ouvidos do rei”, supervisionava o volume da coleção de cada satrapy.

Essas ações garantiram o desenvolvimento de uma economia baseada no comércio bem articulada entre as várias cidades abrangidas pelo império persa. Ao mesmo tempo, precisamos ressaltar que os padrões e regulamentos estabelecidos pelo próprio Estado foram responsáveis ​​por manter um órgão administrativo eficiente e realizar várias obras públicas. 
Depois de Dário I, Xerxes I e seu filho Artaxerxes tentaram conquistar novamente a Grécia, mas foram impedidos. Em 332 a.C. Alexandre, 
o Grande, imperador da Macedônia que já havia tomado a Grécia, aproveitou o momento de fraqueza dos inimigos persas e empreendeu uma grande batalha para dominar todo o território outrora conquistado por eles, suscitando no fim da hegemonia persa no Oriente Médio.
Somente após a derrota nas guerras médias começamos a vislumbrar a desarticulação desse vasto império. 

A vida religiosa da civilização persa atrai a curiosidade de muitas pessoas interessadas nos povos da antiguidade oriental. Os persas acreditavam em vários deuses, mas com o tempo o Zoroastrismo prevaleceria. O zoroastrismo era uma religião dualista, Seguidores dos ensinamentos do #profeta #Zoroastro, os persas têm uma estrutura de pensamento religioso muito próxima da de outras crenças, como o judaísmo e o cristianismo. Em suma, eles acreditam na oposição entre duas divindades ( #Ormuz, o deus do bem, e #Arimã, o deus do mal) e o fim dos tempos.

As manifestações artísticas persas foram visivelmente influenciadas pela esfera política. Em várias obras, monumentos e outros edifícios, existem reproduções que honram a vida e os feitos importantes dos reis. No campo arquitetônico, os palácios persas eram dotados de uma complexa gama de elementos de decoração e jardinagem. Segundo algumas pesquisas, os persas construíram alguns de seus palácios escavando grandes rochas.

Fonte: @planetageral
InfoEscola

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Quem foi Jaime VI da Escócia e I de Inglaterra?

RECORTES DA HISTÓRIA Jaime VI da Escócia e I de Inglaterra Jaime VI & I (Edimburgo, 19 de junho de 1566 – Cheshunt, 27 de março de 1625) foi o Rei da Escócia como Jaime VI e Rei da Inglaterra e Irlanda pela União das Coroas como Jaime I.  James nasceu em 19 de junho de 1566, no Castelo de Edimburgo, Edimburgo, Escócia e  Morreu em  27 de março de 1625 aos 58 anos, na Casa Theobalds, Cheshunt, Hertfordshire, Inglaterra Seu Enterro ocorreu na Abadia de Westminster, Londres, Inglaterra em 7 de maio de 1625 Seus Pais: Henrique Stuart, Lorde Darnley e Maria da Escócia Religião Protestantismo Sua Esposa foi Ana da Dinamarca e seus  descendentes foram Henrique Frederico, Príncipe de Gales Isabel da Boémia Margarida da Escócia Carlos I de Inglaterra Roberto, Duque de Kintyre Maria de Inglaterra Sofia de Inglaterra Viveu na Casa Stuart Ele reinou na Escócia desde 1567 e na Inglaterra a partir de 1603 até sua morte. Os dois reinos eram estados soberanos individ...

Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

HISTÓRIA Saiba se tem origem judaica. Os principais sobrenomes judaicos (Sefarditas) da Península Ibérica e os principais exemplos do Dicionário Sefarad. Sefarditas (do hebraico Sefardim, no singular  Sefardi ) são todos os Judeus provenientes da Península Ibérica (Sefarad). Tais Povos por muitos séculos foram perseguidos durante o período da Inquisição Católica. E por este motivo, fugiram para países como Holanda e Reino Unido; além dos países do Norte da África e da América como: Brasil, Argentina, México e EUA; e desse modo, tiveram que seguir suas tradições secretamente ou até mesmo abrir mãos das Tradições do Judaísmo, tudo  em busca da sobrevivência . Sendo que alguns ainda tiveram que se converter forçadamente ao Cristianismo Católico. Início     Histórias     Curiosidades Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil Saiba se tem origem judaica. Os principais sobrenomes judaicos (Sefarditas) da Península Ibérica e os prin...

Maçãs e suas simbologias: todos os significados do fruto proibido

Maçãs e suas simbologias: todos os significados do fruto proibido A maçã é um símbolo que está presente na história humana desde os primórdios dos tempos. Haja vista que quando Adão e Eva comeram deste fruto da Árvore do Conhecimento, saíram do Paraíso para experienciar a existência terrena. Esse é um dos simbolismos mais conhecidos da maçã, mas existem outros bem interessantes. Na Mitologia Grega, a maçã está associada à Árvore da Vida do Jardim das Hespérides, na Morada dos Deuses. Tem uma passagem na Mitologia Grega, na qual Hércules colhe três maçãs de ouro da Árvore da Vida, no Jardim das Hespérides. Este mito remete a imortalidade da Alma. Também era considerada o símbolo do amor, associado à Afrodite, deusa do amor, da beleza e da sensualidade. Os  povos germânicos viam a maçã como símbolo da imortalidade, porque  este fruto estava associado à Idun, a Deusa da Eterna Juventude Para os celtas esta fruta era símbolo da alta magia, da imortalidade, do conhecime...